quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
De volta ao lar
Após uma necessária pausa, o blogecologize retoma as suas atividades.
Agradecemos aos amigos e leitores pelo carinho que têm conosco e
pelo respeito com o nosso trabalho.
Desejamos uma semana ecológica, verde, saudável e feliz a todos!
Afetuosamente,
Cristiane e João Ricardo
- Foto: Sérgio Augusto Coelho (foto gentilmente cedida pelo fotógrafo)
terça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Cata-pilhas
Há poucos dias, estive na Drogaria São Paulo, onde fui comprar um xarope para o meu filho e fiquei surpresa ao receber, no caixa, um jornalzinho da drogaria com um cata-pilhas, em papelão. Achei a ideia ótima e, por isso, resolvi divulgá-la no blog.
Uma solução simples e de baixo custo para evitar que as pilhas, com todos os seus componentes tóxicos e nocivos ao meio ambiente, acabem no lixão.
A drogaria se compromete a dar o destino adequado às pilhas deixadas nas lojas por seus clientes.
Exemplo de cidadania que deve ser seguido.
Marcadores:
reciclagem
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Justiça Ambiental e o papel dos cidadãos, parte I
Imaginem casos de injustiça ambiental sendo tramitados em uma Justiça Ambiental, presente em toda a extensão do País, com Tribunais Regionais e Varas, bem como Ministérios Públicos Ambientais. Imagine o quanto isso seria crucial em regiões como Espírito Santo, com seu deserto verde, Pantanal e Amazônia, mas também nas áreas urbanas.
Ao exemplo do que ocorre com a Justiça do Trabalho, com certeza o número de processos aumentaria em relação ao que existe hoje, por conta da evidente rapidez que as decisões ganhariam e também, como no caso dos trabalhadores, pela especificidade com que seriam julgados tais casos.
A proposta de criação de um Sistema Nacional de Justiça Ambiental foi proposta via PEC (Proposta de Emenda Constitucional) em 2003 pelo ex-Deputado Federal, e professor de direito, Wagner Rubinelli. A intenção, segundo Rubinelli, é exatamente ampliar a qualidade no atendimento às demandas da sociedade, priorizando o cuidado com o meio ambiente enquanto ainda temos o que proteger.
A PEC, de número 99/2003, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça no ano de 2005, porém, desde então, aguarda os tramites para apreciação e votação no Congresso Nacional, sabidamente dominado por defensores dos agronegócios e por políticos submissos às bancadas.
Críticos alegam que o custo financeiro seria muito alto. Todavia, as alegações contam apenas com a análise com respeito ao salário de juízes e demais funcionários, e não consideram o que seria economizado com hospitais, por exemplo, quando um caso de contaminação evidente de mananciais ou área de plantação fosse evitado, para ficar em casos mais simples e infelizmente corriqueiros em nosso país.
A Chevron, uma empresa norte-americana de petróleo e produtos químicos, acaba de ser condenada a indenizar indígenas e o Estado de nosso vizinho Equador, por conta de contaminações na Amazônia, em aproximadamente US$8,6 bilhões de dólares. O caso, na Justiça comum do país, se arrasta por 18 anos, e ainda cabem recursos de ambas as partes.
Em Mauá, por exemplo, há uma empresa que é concessionária (ou seja, não foi escolhida pelo consumidor/cidadão) que cobra valores altíssimos de coleta de esgoto. Pelas minhas contas simples, em cima do que recebemos nas faturas, de 40 a 45% do valor total é destinado para esse fim.
No entanto, apenas 5% do esgoto da cidade é tratado. Tenho certeza que, se levado a um Ministério Público específico, a empresa seria devida e rapidamente cobrada a esclarecer o assunto e tomar as devidas providências.
Imaginem, pagar todos os meses para que uma empresa (Foz do Brasil, de propriedade do Grupo Odebrecht), que tem fortes ligações com o Governo Federal, jogue todo nosso esgoto nos rios! Isso é mais do que absurdo e, sinceramente, sabemos que um caso desse na Justiça comum levaria vários anos para ser resolvido.
Recentemente, devido às fortíssimas chuvas, várias pessoas perderam suas casas e pertences com as enchentes de tais rios poluídos. Prejuízos a todos, sem auxílio da Prefeitura, e com o consentimento de todos os que pagam suas contas de água e esgoto em dia.
Ao que percebi, em uma rápida pesquisa na internet, a PEC foi solenemente ignorada até por ambientalistas e críticos das políticas públicas, e eu sinceramente não entendi o porquê. Cabe a nós que busquemos questionar hoje e sempre os políticos para que a discussão ambiental ganhe a devida importância.
Marcadores:
água,
Cidadania,
Justiça Ambiental,
Políticas Públicas
quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Entrevista com Eric Thomas - ECO HOUSE
A ECO HOUSE é conhecida como a primeira casa de eventos sustentável da América Latina e é modelo de sustentabilidade por priorizar a alta qualidade ambiental desde a construção, operação e a utilização de todos os seus recursos.
A convite do blogecologize, o chef Eric Thomas, proprietário do renomado restaurante Tantra, em São Paulo, gentilmente nos concedeu esta entrevista.
1. Como surgiu a ideia de construir uma casa de eventos sustentável?
O desafio foi construir um salão de eventos totalmente sustentável. Tinha realizado um evento infantil, onde 200 crianças estavam brincando. Comecei a pensar como seria possível transferir a energia das crianças e converter para energia do local...
2. Quais são as referências para o projeto?
Sou chef de cozinha e não engenheiro ou arquiteto. Decidi viajar para a Europa e aos EUA para ver outros lugares que praticam a sustentabilidade. Depois de 3 meses de pesquisa, voltei para o Brasil e comecei a listar as principais tecnologias e práticas sustentáveis que iriam ser adotadas no projeto da Eco House. Algumas não eram viáveis e outras eram simples, baratas e funcionais. Você começa a fazer contas e calcula se o equipamento ou procedimento vai te trazer o benefício e em quanto tempo ele se paga.
3. Quais os maiores desafios encontrados na construção da Eco House e que profissionais foram chamados para tornar viável o projeto?
As medidas foram realizadas logo no começo da obra. O primeiro passo foi educar os funcionários da obra e depois adotar as premissas de uma obra sustentável. Enquanto isto, fui listando as principais tecnologias e gestões sustentáveis da casa, como cada item iria funcionar e o retorno financeiro (custo/beneficio). Neste momento, entrei em contato com a Fundação Vazolini para poder monitorar a construção da Eco House e tentar obter o processo/certificação AQUA. Tinha que fazer as previsões de quanto eu poderia deixar de consumir de recursos naturais na construção e eventualmente na operação.
4. De que forma você avalia o desenvolvimento do Brasil quanto à sustentabilidade no segmento da arquitetura? É possível encontrar, com facilidade, profissionais capacitados para atender as necessidades de clientes preocupados com a questão ambiental? E a matéria-prima para a obra (como telhas ecológicas, madeiras reflorestadas, etc)?
O custo de uma obra sustentável está em média 20% mais caro do que o de uma obra convencional. Fiz a obra sem arquiteto e sem engenheiro! O principal desafio dos arquitetos e engenheiros é fazer a “conta bater”. Por exemplo: todo mundo acredita que uma placa photovoltaica gera energia suficiente para iluminar uma lâmpada ou até o salão. O problema é que o preço da tecnologia não compensa pela economia gerada, ou seja: “a conta não bate”. Não são todas as tecnologias que podem funcionar na gestão do seu negócio. O meu piso que gera energia acabava sendo mais eficiente do que placas, cataventos ou outras tecnologias. A matéria prima é fácil achar no mercado. Todos têm uma linha “verde”, porém cuidado com tecnologias falsas. Existem muitas pessoas que usam a onda verde para se promover e vender. Toda obra/edifício sustentável segue uma norma ou cronograma. Você começa pela gestão de água, depois a gestão de energia, lixo, etc... Basta procurar os profissionais que podem te auxiliar com a melhor tecnologia e consultoria de como implementar esta gestão. A conta tem que bater!
5. Em que exatamente a Eco House se diferencia das outras casas de eventos?
Divulgar e participar de tecnologias sustentáveis, através da balada e do entretenimento. Queria tornar conceitos e tecnologias sustentáveis tangíveis e acessíveis para o público em geral. A pessoa, na balada, poderia gerar eletricidade o suficiente para iluminar a própria pista de dança em que está dançando? Quanto mais uma criança brinca, no nosso salão infantil, mais energia está gerando para a sua festa ou a festa de outros. O cliente pode visitar o nosso telhado verde e participar da seleção de frutas e legumes que irão ser utilizados no cardápio da sua festa. Ao dançar na pista de dança, você pode ver quanta energia você está gerando, quanta água o imóvel tem da chuva e os recursos que estão sendo utilizadas na festa ou, melhor ainda, deixando de utilizar.
6. Como são utilizados os 3 R's (redução, reutilização e reciclagem) da sustentabilidade na casa?
Encorporamos o tripé da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Reduzimos, quando possível, reutilizamos e reciclamos. Existem muitas teorias na gestão da sustentabilidade que, na prática, não funcionam. Reutilizar todo o nosso lixo para compostagem, por exemplo, não funciona. Primeiro que a quantidade é superior à demanda e depois tivemos problemas com pragas, falta de espaço, entre outros.
7. Sabemos que, infelizmente, em São Paulo ainda não é realizada a coleta seletiva em todos os bairros da cidade. Como vocês descartam o lixo produzido pela casa?
Infelizmente, o nosso lixo orgânico vai com a prefeitura. O lixo reciclável é levado até o Pão de Açúcar para ser separado e reciclado. Todo o lixo é pesado e catalogado. Emitimos um laudo para o cliente depois da festa, para poder demonstrar o que ele deixou de consumir em comparação com um edifício normal.
8. Qual o objetivo do projeto?
Provar que um restaurante e edifício de eventos pode ser construído e administrado usando conceitos de sustentabilidade, na sua maioria simples. Auditorar e apresentar estes resultados e reproduzir em outros estabelecimentos. Eu, pessoalmente, por ser chef de cozinha, adoro o desafio de produzir um cardápio para um evento com os recursos disponíveis no dia. Sempre vamos até a laje verde da Eco House e escolhemos as frutas, verduras, que estão em sazonalidade, para fazer o cardápio do almoço ou da festa. Este desafio foi o meu objetivo principal.
9. Qual o público-alvo?
Temos um salão de crianças e um salão corporativo/balada.
10. Como funciona o buffet infantil?
Decidimos dar férias aos eletroeletrônicos. Todos os brinquedos geram a energia do lugar. Alguns dos brinquedos foram inspirados no Leonardo Da Vinci. Um grupo de atores brinca com as crianças e divulga, em um mundo lúdico, a sustentabilidade e conceitos ecológicos. Educar brincando!
11. Como tem sido a recepção dos adultos? E a das crianças?
A maioria dos clientes está participando de conceitos sustentáveis e nem sabe! A pista de dança é um perfeito exemplo disto. Ao dançar na festa, você está gerando a energia suficiente para iluminar e fazer funcionar todos os equipamentos da pista. Você não precisa deixar de fazer o que você gosta para ser sustentável.
12. O que falta no Brasil para que mais ideias geniais como essa ganhem espaço na mídia?
Viabilizar o custo das tecnologias. O meu piso foi importado e foi pago 100% de imposto nela. Não tive nenhum incentivo do governo ou da prefeitura no projeto. Um absurdo! Tenho vergonha disto...
Contatos:
Rua Amaro Cavalheiro, 158
Pinheiros – São Paulo
CEP: 05425-010
Tel: (11) 3846-7112
Marcadores:
entrevista
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Maionese caseira
Receitinha:
Bata, no liquidificador, 2 gemas de ovo e tempere com ¾ de colher de chá de sal, ½ colher de chá de mostarda em pó e 4 colheres de chá de suco de limão ou vinagre branco. Bata bem a mistura e acrescente 300 ml de azeite. Mantenha a maionese na geladeira e consuma-a em até 3 dias.
Marcadores:
dicas
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)



















