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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Troque sua geladeira velha por uma nova


Não conheço uma casa onde não haja uma geladeira. Mas, se a sua geladeira é daquelas antigas, provavelmente ela é a culpada por uma boa parcela (cerca de 20%) do seu gasto com a conta de energia elétrica.
Uma geladeira velha chega a consumir o dobro da energia utilizada por um modelo novo, que possui a classificação A do INMETRO. Se você já estava mesmo pensando em trocar sua geladeira, verifique o selo PROCEL, onde a letra A indica o melhor nível de consumo de energia, e não perca mais tempo. 

 


Algumas dicas: 
 
- Uma geladeira cheia perde menos ar frio, ao ter sua porta aberta, que uma geladeira vazia. Se você costuma almoçar fora e não gosta de comida congelada (que, aliás, não é lá muito saudável), encha sua geladeira com sua bebida favorita (sucos, garrafas de vinho, etc).


- No outono e no inverno você pode optar por regular a geladeira para uma potência menor, o que resulta em até 5% de economia na conta de luz.


- Não coloque recipientes com alimentos quentes no refrigerador, pois há uma exigência maior do motor para realizar o processo de resfriamento.


- Você lembra daquela história de colocar roupas para secar atrás da geladeira (eu tenho uma tia, em Minas Gerais, que costumava fazer isso com as roupinhas do bebê)? Delete esta informação do seu HD, pois abafando o compressor ele terá que trabalhar mais.


Com estas dicas simples você fará uma boa economia de energia, além de contribuir para a redução da emissão de gases poluentes na atmosfera.


Ecobeijos,

Cris

domingo, 16 de janeiro de 2011

Produtos sustentáveis

Demorei, mas estou de volta. Com a loucura de final/começo de ano, tive que me ausentar por uns dias e as últimas postagens foram de dicas, pois não pude dispor de mais tempo para apresentar textos. O importante é que o blog Ecologize retorna, neste 2011, com força total, sempre preocupado com o nosso meio ambiente e com o propósito de compartilhar informações úteis para todos aqueles que sonham com um futuro melhor para o nosso planeta.


Numa ida ao supermercado, há poucos dias, pude adquirir alguns produtos que são indispensáveis em cada residência como: detergente, amaciante de roupas e esponja para lavar louça, com a qualidade de grandes marcas e o selo de sustentabilidade.

O lava louças e o amaciante “Ecobril”, da Bombril, são concentrados e prometem render mais, o que é perfeito para quem gosta de fazer economia. Além disso, são de uma linha voltada para a preservação do meio ambiente, através do conceito dos “4R's”: reduzir, reutilizar, reciclar e respeitar a biodiversidade. O preço é ótimo, custa pouco mais que os produtos tradicionais, de outras marcas, e o perfume é extremamente agradável.

A esponja “Scotch-Brite Limpeza + Verde” possui fibras naturais. É feita de matérias-primas de fonte renovável: fibra de curauá da Amazônia e matéria-prima extraída da soja. O adesivo e os pigmentos são à base de água e não contém solventes orgânicos.

 
 

Creio que esses produtos podem ser encontrados facilmente em grandes redes de supermercados (eu comprei no Extra). 

Assim que experimentar essas novas aquisições ecológicas, postarei minhas impressões para vocês.

Ecobeijos,
Cris

- Preços (nos supermercados Extra - SP):
Amaciante concentrado “Ecobril”, flor de lavanda com avelã (refil-500ml): R$3,29
Detergente líquido “Ecobril”, maracujá com alecrim (500ml): R$2,29
Pacote de esponja “Scotch-Brite Limpeza” + Verde, com 3 unidades: R$2,99

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Papel de parede

Papel de parede é uma ótima alternativa, quando se fala em decoração. Podemos dar vida nova aos ambientes da nossa casa com lindos papéis e suas estampas variadas. O problema é que estes papéis, aparentemente inofensivos, podem ser feitos com vinil (conhecido como PVC), que libera as tão terríveis (e já citadas neste blog) dioxinas no meio ambiente.
É importante sabermos também que colas, adesivos e resinas (usados para tacos, papel de parede, móveis...) produzem vapores tóxicos (principalmente formaldeído) durante aplicação e secagem e isso é extremamente prejudicial à saúde.
Por falar em saúde, sabe-se que o PVC, bastante utilizado nos produtos médico-hospitalares, pode ser perigoso aos pacientes, ao meio ambiente e à saúde pública. Outros materiais estão sendo estudados como alternativa para sua substituição.
O PVC contém substâncias químicas (tóxicas) que provocam danos ambientais durante a sua produção, uso e disposição. Sua fabricação demanda grandes quantidades de cloro, que é produzido consumindo muita energia. Há fábricas que, para piorar ainda mais o quadro, usam substâncias tóxicas como mercúrio ou amianto na produção de cloro. Após sua obtenção, a próxima etapa consiste na produção de dicloroetileno, seguido de cloreto de vinil, a base do PVC. Como se não bastasse tudo isso, estes processos geram dioxinas e tanto elas quando o cloreto de vinil podem causar câncer em seres humanos.
Infelizmente, acredito que boa parte do papel de parede que achamos no mercado nacional é feito com papel de vinil (gostaria, sinceramente, de estar enganada). A empresa Mod Green Pod (veja na internet) possui papéis “vinyl-free”.
O papel com recobrimento de PVC é resistente às pequenas agressões diárias e à umidade, mas você acredita que vale à pena cobrir as paredes da sua casa com um produto que é tão prejudicial ao meio ambiente? Pense nisso.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Móveis ecológicos


Será que você precisa mesmo daquela mesa de jantar nova?
Comprar móveis novos pode ser uma coisa bem divertida, mas também um crime ambiental. Além das matérias-primas usadas, há o processo de fabricação, as colas, as texturas, o enchimento (de um sofá, por exemplo), o desperdício, o processo da entrega, etc. E sem contar com o fator “consumo”, que deve ser combatido por aqueles que se preocupam com o meio ambiente.
Há opções inteligentes para quem precisa de um móvel novo. Uma reforma pode ser uma boa pedida e deixar o seu sofá com cara de novo. Como sou artista plástica, sou totalmente adepta da reforma. E você pode garimpar móveis usados interessantes em antiquários, conseguir um bom preço neles, e reformá-los. Gente, quer coisa mais chique que um móvel vintage na sua sala de estar? Ninguém mais terá uma sala como a sua. Uma mesa ou cadeira velha pode ser lixada, ganhar uma bela pintura e ficar ainda mais bonita do que a exposta na loja. Outra vantagem: vai ter a sua cara.
Se você precisa mesmo comprar, procure lojas de móveis usados ou empresas que trabalham com materiais reciclados ou reutilizados. Móveis ecológicos estão na moda e são feitos com madeira de reflorestamento e os estofados são de tecido sustentável como algodão ou linho.
Quanto ao móvel que você não quer mais, não jogue-o no lixo, como tantos fazem por aí. Doe! Há amigos que podem precisar dele, ou instituições de caridade. Eu costumo me livrar de coisas que não quero mais (como móveis e roupas) doando. Algumas dessas instituições promovem bazares e possuem oficinas para reformar o que recebem. Além de preservar a nossa amada Mãe natureza, ajudamos os nossos semelhantes.

Crika

domingo, 28 de novembro de 2010

Produtos de limpeza sustentáveis


Não há como fugirmos do consumo de produtos de limpeza, uma vez que precisamos desinfectar nossas casas, escritórios, lojas, etc. Somos, portanto, expostos a partículas químicas perigosas, que nos causam dano pelo simples contato direto com a pele. A água sanitária à base de cloro, tão utilizada pelas donas de casa como uma potente arma para a limpeza de banheiros, com ação branqueadora de pias, vasos sanitários e azulejos, é capaz de queimar a peles e os olhos, além de ser letal, se ingerida. Este produto libera organoclorados conhecidos por sua ação cancerígena (para mais informações consultar o Wikipédia) e causam terríveis males ao meio ambiente.
A amônia, também presente em produtos de limpeza, não é nociva à natureza, mas, se inalada em grandes concentrações, provoca edema no trato respiratório, espasmos na glote e asfixia.
E há produtos, como o sabão em pó (que demora mais de 20 anos para se decompor), feitos, pasmem, à base de derivados de petróleo. Há alguns anos muitas marcas possuíam também o terrível STPP (trípoli fosfato de sódio), eficiente para a limpeza das roupas, mas poluente de rios.
A maioria dos produtos que vemos nos supermercados estão impregnados de agentes causadores de danos à nossa saúde e ao meio ambiente. Observe os rótulos, leia-os atentamente e tire suas próprias conclusões.
Ao ler as primeiras linhas deste texto você já deveria estar se perguntando: “E agora, o que farei?”. Bem, existem soluções caseiras e empresas preocupadas com a sustentabilidade.
No Brasil ainda não há muitas marcas de produtos de limpeza ambientalmente corretos, porém há alternativas como a marca Cassiopéia (www.cassiopeiaonline.com.br), fundada em 1981, com produtos de formulação vegetal biodegradável, que não poluem o meio ambiente, não causam alergias e são acondicionados em embalagens recicláveis.
Você não precisa ser radical, eliminando todos os seus produtos industrializados e limpando a casa apenas com vinagre e limão. Confesso que não poderia fazer isso, pois gosto de sentir o cheirinho de casa limpa e gosto de uma certa praticidade no dia-a-dia. Mas, certamente, vou procurar substituir os produtos de limpeza mais nocivos pelos biodegradáveis.
A esponja de lavar louças (feita de material sintético), por exemplo, pode ser facilmente substituída pela esponja vegetal (aquela que usamos sob o chuveiro e adoramos). Esta é 100% biodegradável. As outras opções são uma esponja feita de espiga de milho (Spaghetti Scrub), uma espécie de paninho ou toalhinha, bem comum nos Estados Unidos (tenho a impressão de ter visto isso em filmes), que pode ser lavada e utilizada várias vezes, sem acumular bactérias, e uma escova que, embora feita de plástico, possui alta durabilidade.
Pequenas mudanças em nossas vidas geram grandes benefícios e devo terminar esta postagem com uma frase de Benjamin Franklin: "A verdadeira sabedoria consiste em saber como aumentar o bem-estar do mundo." 

Crika

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Óleo de Cozinha



Como você descarta o óleo utilizado na sua cozinha?
A maioria das pessoas tem o hábito de virar a frigideira, após suas frituras, direto no ralo da pia, ou colocar o óleo em alguma embalagem vazia e descartar esta no lixo. Segundo a Sabesp, um litro de óleo de cozinha que chega aos rios contamina cerca de 20 mil litros de água. Muito gente até sabe que não se deve jogar óleo na pia, mas desconhece os motivos. Além da contaminação dos rios, a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera. E este é um dos principais gases que provocam o efeito estufa.
Ainda não se chegou a uma solução ideal para este problema, mas muitos ambientalistas sugerem o reaproveitamento do óleo de cozinha para a confecção do sabão. Outra alternativa é colocá-lo em um vidro ou garrafa pet e entregá-lo a um catador de material reciclável ou às associações de reciclagem do produto.

Para fazer um eficiente sabão perfumado:

- 5 litros de óleo usado e coado
- 500 ml de detergente líquido de coco
- 1 copo americano de fubá
- 1 litro de soda cáustica líquida
- 1 litro de água fervente
- essência de sua preferência
- formas

Modo de Preparo:
Misture, em um balde grande, o óleo, o detergente, o fubá e a soda cáustica. Mexa bem e acrescente a água fervente e a essência de sua preferência. Mexa essa mistura por 40 minutos ininterruptamente.
Ponha a massa nas formas e deixe-a descansar por dez dias, para que endureça. Se colocar a massa, por exemplo, em formas retangulares, corte as barras com uma faca antes que endureça completamente.
É só usar e passar a receita para as amigas.

Obs.: É aconselhável usar luvas e manter as crianças afastadas, durante o preparo do sabão.

Crika

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Lâmpadas I


Eu sempre pensei naquela frase da Madre Teresa de Calcutá: “Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor”. A maioria das pessoas tem o péssimo hábito de justificar seu descaso com o meio ambiente. Alegam que não adianta nada termos uma ação isolada em prol da natureza. Então, para essas pessoas, não adianta reduzir o gasto com energia elétrica, usar menos os carros - que contribuem para o efeito estufa, descartar o óleo de cozinha de maneira adequada - para que as águas não sejam contaminadas. Estamos cercados de pessoas egoístas e preguiçosas e é pensando nelas também que resolvi criar este blog. Mudarmos pequenos hábitos do nosso dia-a-dia não dói e não custa caro. Na verdade, com um pouco de informação, podemos economizar uns trocados e, quando o assunto é dinheiro, muita gente encontra motivação para a mudança.
Você já pensou em trocar as lâmpadas incandescentes da sua casa por lâmpadas fluorescentes?
Muita gente sabe apenas que essas lâmpadas, também chamadas de lâmpadas frias, custam mais caro que as tradicionais, mas a durabilidade é muito maior e a economia é de até 80% (com a conta de luz) em relação às incandescentes. Além da iluminação econômica, a emissão de CO2 (gás carbônico) é mais baixa. Substituir uma lâmpada incandescente, que fique acesa por 4 horas diariamente, por uma fluorescente, chega a reduzir anualmente a emissão de até 70kg (o que ocorre nos EUA) de gás carbônico.
O que também precisamos saber é a forma adequada de descarte dessas lâmpadas, uma vez que elas contém mercúrio, mesmo em pequena quantidade. Se você jogar fora uma lâmpada fluorescente e a mesma se quebrar, o mercúrio contido nela pode penetrar no solo e nas águas subterrâneas, ou mesmo evaporar em forma de um gás tóxico. Recebi uma preciosa dica, há pouco, sobre o site: “Naturalis Brasil”, que cita a “Operação Papa Lâmpadas in Company”. Soube que algumas lojas da rede Pão de Açúcar coletam lâmpadas queimadas para reciclagem, mas ainda não pude checar a informação.
Bem, se não houver mesmo, na sua cidade, ninguém que recolha esse tipo de lâmpada, embrulhe-a cuidadosamente em várias folhas de jornal e jogue no lixo. De forma alguma pense em incinerá-la.
E, para terminar, mesmo que ainda não use a iluminação mais ecologicamente correta, apague a luz quando sair dos ambientes.

Crika